Quando até os iguais não se reconhecem mais

Em certos grupos animais, a disputa por território ou por uma presa qualquer, gera confrontos sangrentos. Parentes se digladiam, os iguais não se reconhecem mais. Em certos grupos humanos a coisa não é lá tão diferente, embora os motivos sejam planejados e não meramente instintivos como entre os irracionais. E dentre todos os mais variados grupos dos representantes humanos, o ‘BICHO POLÍTICO”, é o que pratica com mais frequência, o “CANIBALISMO MORAL”, e, raramente o faz por conta de disputa por território ou alimento.
Na grande maioria das vezes, o enfrentamento entre “bichos políticos”, se dá por conta da GANÂNCIA, da AMBIÇÃO para amealhar riquezas,e, consequentemente, mais poder. os entreveros entre os beligerantes seres humanos dedicados ao exercício da política, geram via de regra, escândalos de dimensões alarmantes, “esquecidos rapidamente” porque a ‘usina’ que produz bandalheiras tem uma produção ilimitada.Assim, o escândalo de hoje, joga no esquecimento o de ontem, sem permitir o processamento na memória popular.Sendo Assim, provavelmente não durará até à próxima eleição, o que hoje se vê no Brasil, apesar da seriedade que apresenta uma profusão de denúncias de corrupção, chantagem e extremo talento para a apropriação de bens públicos.
os meandros da lei, os regimentos internos e as brechas jurídicas, (por eles criados), criam situações confusas que beiram o desvario e atiram sobre a população uma sensação de impotência absoluta, a impressão de que estamos de cara pintada, com uma bola de borracha no nariz. Não há de sã consciência, nenhuma possibilidade de se vislumbrar nenhuma melhoria sobre a crise que se abateu sobre o Brasil. Ora é o legislativo, ora é o executivo -e de vez em quando o judiciário-, que estão na berlinda. E nunca sabemos onde estão as diretrizes legais que possam punir tais “bichos” que venha a garantir a governabilidade de um país que tem ainda tudo ainda para consolidar-se como um país sério. O constante “estado de colapso” dos “bichos políticos” leva à desilusão aqueles que trabalham e aqueles que neles ousaram acreditar. O “viés” negativo de tais figuras atravanca qualquer sentimento de progresso e desenvolvimento deste país que já passa de 500 anos de
exploração.

Por Carlos Kté Santos..

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