1625662_589132297846346_1864070971_nJá retratado inclusive pelo cinema nacional na longínqua década de 1960, o título acima está muito mais presente em nossa vida do que nossa vã imaginação possa dimensionar. Naquela época uma organização criminosa surge com força e logo é batizada pela Crônica Policial Brasileira como “Esquadrão da Morte”, que passa a combater o crime à margem da lei. Nessa conjuntura, surgem vários episódios e personagens que marcaram uma época. Lúcio Flávio, interpretado no cinema nacional pelo ator Reginaldo Farias é um deles.

Trazendo para os dias de hoje, pode-se afirmar sem medo de errar, que há vários “Lúcio Flávio”  a pulular nas hostes do crime organizado brasileiro. Naquela época o poder legalmente constituído tinha um foco. Hoje não. As células criminosas se multiplicaram tão rápida e organizadamente que o “poder legal” está perdido. Isso mesmo perdido.

Quando a autoridade legal detecta uma dessas células e parte para o combate, esta célula já desenvolveu mecanismos de defesa deixando “tonta” a autoridade legal. Até voltar para o laboratório e desenvolver nova estrutura de combate a tal célula má já tem se ramificado e contaminado todo sistema deixando-o em estado de debilitação total.

Aí estão os exemplos: ataques à Ordem Pública, à cidadania e ao cidadão que é sempre o lado mais frágil desta desatada onda de violência jamais vista em nosso país.

Violência essa que nos coloca todos nos mesmo “trem descarrilhado” e nos transformando todos em “Passageiros da mesma Agonia”.

 

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