Missão conjunta de egípcios e franceses descobriu grandes quantidade de restos de animais e plantas, bem como ferramentas de cerâmica e de pedra.
Arqueólogos no Egito disseram ter encontrado uma das cidades mais antigas de que se tem conhecimento no Delta do Nilo, datada da era neolítica.
Uma missão conjunta de egípcios e franceses descobriu vários silos de armazenagem contendo grandes quantidade de restos de animais e plantas, bem como ferramentas de cerâmica e de pedra, disse o ministério de antiguidades em um comunicado neste domingo (2).
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Foto sem data divulgada pelo Ministério de Antiguidades do Egito mostra uma das mais antigas aldeias já encontradas no delta do Nilo, com vestígios anteriores aos faraós em Tell el-Samara, a cerca de 140 quilômetros ao norte de Cairo, no Egito (Foto: Ministério de Antiguidades do Egito via AP)
O ministério disse que a descoberta indica que humanos habitaram o fértil Tell al-Samara, na província norte de El-Dakahlia, desde o quinto milênio antes de Cristo, muito antes da mais antiga pirâmide conhecida do Egito.
“Analisando o material biológico que foi descoberto vai nos dar uma visão mais clara das primeiras comunidades que se instalaram no Delta e as origens da agricultura e pecuária no Egito”, disse Nadia Khedr, uma funcionária do ministério responsável por antiguidades egípcias, gregas e romanas no Mediterrâneo.
A agricultura neolítica, baseada no ciclo das chuvas, pode deter pistas vitais para o salto tecnológico que levou à produção a partir da irrigação ao longo do Nilo.
Fonte: Por Reuters/ G1

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