“O que está em jogo não é cidadão Lula, mas a justiça imparcial e o direito do povo brasileiro de escolher o seu presidente”, declarou o ex-chanceler

ex-chanceler Celso Amorim criticou a ação contra Lula e citou o apoio de intelectuais ao ex-presidente. Segundo ele, o processo não termina nesta quarta (24).

“Eu posso falar do manifesto que tenho coordenado com mais de 210 mil assinaturas. Acabamos de ter o apoio do José Luís Zapatero, que foi primeiro-ministro da Espanha, como já tínhamos do [Massimo] D’Alema [ex-primeiro-ministro da Itália], quatro presidentes da América Latina, inúmeros intelectuais de grande respeito, juristas todos que dentro do manifesto ou fora do manifesto têm sido críticos da sentença inicial.”

“Uma sentença que não tem um ato com clareza. Que não tem o benefício [ilícito] nem com clareza nem sem clareza. O apartamento não pertence ao presidente Lula. Até a jurisdição do juiz está em dúvida porque ele mesmo respondendo os embargos da defesa negou que o caso tivesse a ver com as propinas da Petrobras”.

“O que está em jogo não é cidadão Lula, mas a justiça imparcial e o direito do povo brasileiro de escolher o seu presidente.”

Sobre o procurador da República ter dito hoje que a manifestação dos intelectuais parece intimidação, o chanceler ironizou. “Então está mal, né? Estamos perto da ditadura. Se alguém fala que os intelectuais se manifestarem é intimidação estamos pior até do que eu pensava.” Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao Minuto

Por: MP

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