Neta de 5 anos presencia morte da avó praticada pela própria mãe
Karem Murielly de Jesus Oliveira, de 34 anos, foi presa em flagrante suspeita de matar a mãe, Maria de Lourdes Alves de Jesus, de 62 anos, em Guapó, na Região Metropolitana de Goiânia. O crime ocorreu na madrugada deste domingo (25/01) e teria sido motivado por uma discussão sobre o corte de cabelo da neta da vítima.
A Polícia Civil conduziu a prisão da suspeita em Goiânia após a descoberta do corpo por familiares. O delegado André Veloso, responsável pelo caso, informou que Karem confessou a autoria dos golpes durante o interrogatório e admitiu a intenção de matar.
Imagens de segurança e presença de criança
Câmeras de monitoramento registraram a movimentação na residência da vítima. As imagens mostram a chegada de Karem ao local por volta das 03h21. A saída da suspeita ocorre às 05h08, sob chuva.
A gravação revela que Karem deixou a casa mancando. Ela estava acompanhada pela filha de 5 anos, neta da vítima, que presenciou o ataque no interior do imóvel.
Histórico de conflitos e motivação fútil
O desentendimento começou quando Karem discordou que a mãe cortasse o cabelo da criança. Em depoimento, a mulher afirmou não possuir “amor de mãe” ou qualquer afeto por Maria de Lourdes. Ela declarou ter cometido o ato por vontade própria.
As autoridades confirmaram que o relacionamento familiar era marcado por conflitos anteriores. Maria de Lourdes já havia registrado uma medida protetiva contra a filha no passado. No entanto, a vítima tentou revogar a decisão judicialmente tempo depois.
Confissão por telefone e tentativa de fuga
Karem entrou em contato com uma prima horas após o crime. Na ligação, ela confessou o homicídio e comunicou que fugiria para Minas Gerais com a filha. A prima alertou imediatamente o irmão da suspeita.
O irmão dirigiu-se à residência em Guapó e encontrou Maria de Lourdes já sem vida. A Polícia Militar foi acionada para isolar a área. Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás, Karem responderá por homicídio qualificado, incluindo as agravantes de feminicídio e violência doméstica. A investigada permanece detida enquanto o inquérito policial segue os trâmites legais.
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