O suspeito era funcionário do estabelecimentos e estava afastado por supostos problemas psicológicos
Um funcionário do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) , que estava afastado há algum tempo por supostos problemas de saúde psicológica, invadiu o estabelecimento de ensino na tarde desta sexta-feira (28) e, matou outras duas funcionárias.
Segundo informações de policias militares que foram ao local, depois de cometer os crimes, ele cometeu suicídio.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A Polícia Civil informou que investiga a morte de três pessoas na ocorrência.
As vítimas são s professora Allane de Souza Pedrotti Matos e a psicóloga Layse Costa Pinheiro, que chegaram a ser levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, mas não resistiram.
O ataque
De acordo com relatos, o funcionário João Antônio Miranda Tello Ramos chegou à unidade pela manhã e cumprimentou todos normalmente. À tarde, ele entrou na direção e efetuou os disparos, acertando as duas mulheres, que trabalhavam na Diretoria de Ensino. Allane foi atingida na cabeça e no ombro, e Layse, na cabeça e no tórax.
A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 6º BPM (Tijuca), policiais militares foram acionados, na tarde desta sexta-feira, após registro de disparos de arma de fogo no interior de uma unidade de ensino, no Maracanã.
No local, os agentes encontraram duas mulheres feridas, que foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas a uma unidade hospitalar. Allane e Layse não resistiram aos ferimentos.
As equipes realizaram buscas nas dependências da instituição e localizaram o corpo de um homem, que seria o suspeito de realizar os disparos, acrescenta a PM.
Luto oficial
Em nota divulgada nesta noite, a instituição diz que “a Direção-Geral do Cefet/RJ lamenta profundamente essa tragédia que chocou a comunidade acadêmica e decreta luto oficial por cinco dias na instituição a partir de 01/12/2025”.
Aluno do Cefet Jonatam Araújo, de 19 anos, conta que ouviu quatro disparos durante a aula. Uma funcionária correu para avisar que alguém armado estava na instituição.
— Um policial veio em seguida e mandou todos ficarem onde estavam. Depois de os agentes revistarem, eles pediram que saíssemos. Ainda vi o socorro a uma baleada — relata.
inanciamento coletivo
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