Ideia é conversar com as autoridades americanas para que eles esperem uma reunião presencial entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, prevista para Washington

O Ministério das Relações Exteriores já tem uma linha do tempo no trabalho para que os Estados Unidos não anunciem o Comando Vermelho e o PCC como orgazinações terroristas estrangeiras, o que, na avaliação do governo brasileiro, poderia “prejudicar a soberania nacional”.

A reportagem apurou que a ideia é conversar com as autoridades americanas para que eles esperem uma reunião presencial entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, prevista para Washington. Os americanos, no entanto, tem hesitado, porque argumentam que o encontro ainda não tem data definida. 

Nesta terça-feira, o Itamaraty recebeu um informe do Departamento de Estado dos EUA em que eles classificam os grupos como “uma ameaça relevante à segurança regional, em razão da violência, tráfico de drogas e poderio de crime transnacional”.

O Brasil levará para a mesa de negociação o que chama de “aprofundamento da cooperação bilateral em segurança”, o que pode significar aumento das parcerias com o FBI, por exemplo.

A intenção é reiterar que o governo vê o PCC e o CV como “quadrilhas orientadas pelo lucro financeiro”, e não como uma “ameaça terrorista, porque não haveria motivação ideológica para os crimes”.

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