Conselheiros atribuem documento de desistência a ex-líder do governo, o deputado Edson Albertassi, que está preso
O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que o processo da Operação Cadeia Velha, que investiga crimes na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), tenha partes dos autos copiadas e remetidas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).O pedido, feito ao desembargador federal Abel Gomes, relator do processo, visa investigar possível prática ilícita pelo governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, no episódio da nomeação de conselheiro para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).
Em depoimentos ao MPF, Andrea Siqueira Martins, Marcelo Verdini Maia e Rodrigo Melo do Nascimento, conselheiros substitutos que compuseram lista tríplice de candidatos ao TCE-RJ, atribuíram ao deputado preso Edson Albertassi o documento declarando que eles desistiam da vaga aberta pela aposentadoria de Jonas Lopes Júnior, cujo preenchimento cabe a governadores. Até ser preso em novembro, Albertassi ocupava a liderança do governo Pezão na Alerj.
Para o MPF na 2ª Região (RJ/EJ), os depoimentos de Martins, Verdini e Melo devem ser analisados pela Procuradoria-Geral da República, que atua junto aos tribunais superiores em inquéritos e ações relativas a autoridades com prerrogativa de foro nessas instâncias.
Verdini e Melo acrescentaram que nunca desistiram da vaga, mas se viram obrigados a assinar o documento por não terem como alcançar o cargo sem o apoio político da Alerj.
Fonte: Notícias ao Minuto
Por: MP

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