Jaques Wagner, senador e ex-governador da Bahia
Mesmo o PT não elegendo prefeito em nenhuma das capitais do Brasil nas eleições deste ano, o senador Jaques Wagner (PT) avaliou como positivo o aparecimento de novos nomes no campo da esquerda. O parlamentar também sugeriu nesta segunda-feira (30), em entrevista ao apresentador a Mário Kertész hoje, na Rádio Metrópole, que “não vai ficar refém” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “a vida inteira“.

“Parabéns à democracia. Quem ganhou, parabéns. Quem perdeu, que se prepare para a próxima. Só para fechar, não acho, de longe, que teve algum enterro. É evidente que o tempo vai passando e vai se sentindo. O surgimento do Boulos é altamente alvissareira, ou da Manuela ou da Marília, além do João em Pernambuco. São pessoas jovens que estão começando a ter reconhecimento público. Acho ótimo, a gente não pode ficar refém. Sou amigo irmão do Lula, mas vou ficar refém dele a vida inteira? Não tem sentido. É minha opinião sincera, parabéns aos jovens que participaram e ganharam”, disse Wagner.
No último domingo (29), Boulos (PSOL) foi derrotado por Bruno Covas (PSDB) em São Paulo. O mesmo aconteceu com Manuela (PCdoB), que perdeu para Sebastião Melo (MDB) em Porto Alegre. Citados pelo senador, João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) duelaram no segundo turno em Recife, com vitória para o filho do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O PT, por sua vez, não elegeu prefeito em nenhuma capital deste a redemocratização.

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