A Suprema Corte determinou que os suportes que mantêm as pessoas vivas poderão ser retirados em uma decisão conjunta entre familiares e médicos
A Justiça não vai mais poder interferir na decisão de manter vivos pacientes em estado vegetativo no Reino Unido. A Suprema Corte determinou que os suportes que mantêm as pessoas vivas poderão ser retirados em uma decisão conjunta entre familiares e médicos.
Até então, o “Tribunal de Proteção” era o responsável pelo aval para a aplicação da eutanásia. O mesmo tribunal ainda pode ser chamado, caso haja divergência entre familiares e médicos do paciente.
O julgamento que determinou a mudança foi baseado no caso de um paciente identificado como Mr. Y. Ele sofreu lesão cerebral em decorrência de um ataque cardíaco em junho de 2017 e nunca recuperou a consciência.
Com a análise de que a recuperação seria algo improvável, médicos e familiares aceitaram a retirada dos tubos, o que foi sacramentado, nesta segunda-feira (30), pela Suprema Corte.
Com isso, a lei da eutanásia começa a valer Reino Unido, assim como já acontecia em outro países da Europa, como Bélgica, Alemanha, Portugal e França. Com informações da Folhapress.

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