Seguindo modelo da esquerda latino-americana, a ditadura da Nicarágua persegue e prende opositores e críticos do regime
O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, que é um dos amigos de Lula (PT) que compõe a atrasada esquerda latino-americana, anunciou que o país não realizará mais eleições, encerrando a possibilidade de uma disputa pelo poder quando seu atual mandato terminar, no próximo ano. Ele também deixou claro que a medida tem o objetivo de impedir o retorno da oposição ao governo. Com isso, a ditadura está oficialmente proclamadada.
A eleição de 2021, a última realizada na Nicarágua, foi marcada por denúncias de fraude e a prisão de opositores e críticos do regime, modelito muito recorrente entre os países governados por amigos de Ortega.
O tirano está está no poder desde 2007, após já ter governado o país na década de 1980. Em 2025, uma reforma constitucional ampliou seu mandato para seis anos e fez da sua mulher Rosario Murillo “copresidente”, consolidando o controle do casal sobre o Estado.
Organizações internacionais, como a ONU, acusam o regime de violar direitos humanos e de transformar a Nicarágua em um Estado autoritário.
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